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Paróquia Santa Terezinha celebra festa da padroeira em 30 de setembro

De 23 de setembro a 01 de outubro, sempre às 19h, haverá novena na matriz. Pede-se para que os participantes levem rosas para serem abençoadas durante a celebração.

24/08/2018

Como em anos anteriores, a paróquia Santa Terezinha, em Guarapuava, celebra mais uma edição da festa da padroeira. O dia de Santa Terezinha é comemorado em 01 de outubro. Como este ano a data cai em uma segunda-feira, as festividades foram antecipadas para domingo, dia 30 de setembro, com o intuito de facilitar a presença de todos.

O tema das festividades deste ano é o mesmo de 2017: “A vida com Jesus é mais feliz”, numa alusão à felicidade da santa que tinha verdadeira paixão por anunciar a Jesus Cristo.

Todos os anos, milhares de pessoas são esperadas para o momento de confraternização. As festividades deste ano serão abertas em 22 de setembro com quermesse na matriz a partir das 17h.

De 23 de setembro a 01 de outubro, sempre às 19h, na matriz, a comunidade preparou uma novena em honra à padroeira. Pede-se para que os participantes levem rosas para serem abençoadas durante a missa. No dia 23 de setembro, haverá um almoço de confraternização no salão paroquial.

Nos dias 22 e 29 de setembro, haverá bênção dos automóveis em frente à matriz, na Avenida Moacir Júlio Silvestre, Bairro Batel, em Guarpuava.

A festa, no dia 30 de setembro, começa com uma missa às 10h. Ao meio-dia, haverá almoço à base de churrasco. À tarde, as festividades prosseguem com brincadeiras e sorteio de prêmios. Às 19h, será celebrado o penúltimo dia da novena, que se encerra na segunda-feira, dia 01 de outubro, na matriz.

 

SOBRE SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS

Santa Terezinha do Menino Jesus, intercessora dos missionários

Santa Terezinha do Menino Jesus, oferecia todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior. “Não quero ser santa pela metade, escolho tudo”, dizia.

A santa de hoje nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Terezinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Terezinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.

Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, ela os ofereciam a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual.

O mais profundo desejo do coração de Terezinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma” e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.

Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de setembro de 1897 dizendo suas últimas palavras: “Oh! Amo-O. Deus meu, amo-Vos!”.

Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada “Patrona Universal das Missões Católicas” em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja.

 

Diopuava

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