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Homem publica vídeo invadindo escola de Guarapuava para jogar CS com irmão

Nicolas Lacheski fez um vídeo invadindo a Escola Municipal Raul Henrique Lupatelli. Ele tira o irmão da sala de aula e permanece por pelo menos 10 minutos dentro da escola.

19/03/2019

Um homem invadiu a Escola Municipal Raul Henrique Lupatelli, no bairro Boqueirão, em Guarapuava, tirou o irmão da sala de aula e permaneceu na escola por pelo menos 10 minutos jogando uma partida de CS (Counter-Strike). Tudo está registrado em um vídeo de 12min45seg e publicado no YouTube. O vídeo da invasão foi gravado na manhã do dia 11 de março, segundo funcionários da escola, e publicado quatro dias depois.

O homem entra na escola sem nenhuma dificuldade, já que os portões estavam todos abertos, bate na porta de duas salas procurando pelo irmão e em uma delas, mesmo com a presença da professora, retira o aluno. Depois disso ele permanece em uma sala onde não havia atividades naquele momento, joga videogame com a criança, desenha imagens obscenas no quadro, fala palavrões, circula pela escola, vai ao banheiro e somente na saída é questionado por uma funcionária.

O invasor é Nicolas Lacheski, que mora na região da escola e é dono de um canal no YouTube onde posta vídeos sobre jogos online. Ele fala logo no início do vídeo em que invade a escola que os inscritos em seu canal pediram para ele jogar uma partida de CS (Counter-Strike) em uma escola e ele decide invadir a escola do irmão.

Na manhã de hoje (19), depois que o vídeo passou a circular por redes sociais, vários pais foram até a escola para cobrar explicações. A secretária de Educação e Cultura, Doraci Senger Luy, foi até a escola, conversou com pais, mas evitou a imprensa. Ela saiu sem dar declarações. Até o fechamento da reportagem a Prefeitura não se posicionou sobre o assunto.

“Eu vi pelo Facebook, ontem, quando eu estava trabalhando. Mas eu conheço a escola, sempre que eu venho aqui e sempre está fechado o portão, então eu acredito que aconteceu um descuido no momento em que os funcionários estavam trabalhando e ele entrou, mas eu conheço a  diretora, conheço a equipe e eles são bem responsáveis”, disse Ana Caroline Camargo, técnica de enfermagem e mãe de aluno.

A reportagem procurou Nicolas Lacheski em sua casa na manhã de hoje (19), mas ele estava dormindo e um de seus irmãos disse que ele não conversaria com ninguém. Também tentamos contato por telefone, mas ele não atendeu.

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