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Minha Fama de Mau revive as cores e canções da Jovem Guarda

14/02/2019

 

A Jovem Guarda, um dos fenômenos mais icônicos da música brasileira, ganha tratamento cinematográfico no filme Minha Fama de Mau. Dirigido por Lui Farias, o longa adapta para a telona o livro de memórias homônimo de Erasmo Carlos, vivido na trama por Chay Suede. O coração da história é a juventude do cantor e sua amizade com Roberto Carlos (Gabriel Leone) e Wanderléa (Malu Rodrigues).

Entre diálogos e reinterpretações musicais, Farias empreende uma série de recursos para tornar a Tijjuca de 50 anos atrás reconhecível para as plateias de hoje. Imagens documentais do período se misturam aos tons coloridos de estúdios de rádio e TV, veículo então engatinhando no Brasil. Linguagem de quadrinhos e recortes de jornais e revistas também reforçam essa contextualização histórica.

Apesar de justificáveis para um filme que se pretende popular, esses hipertextos acabam enfraquecendo justamente o cerne da história: a origem e a personalidade marcantes de Erasmo, um genuíno malandro carioca que ajudou a abrasileirar o rock’n’roll – o nosso iê-iê-iê.

(Fonte: Metrópoles)

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